terça-feira, 21 de junho de 2011

O Bullying sob o olhar dos educadores: um estudo em escolas da rede privada de Natal/RN

O bullying escolar envolve todas as atitudes agressivas, intencionais e repetitivas que acontecem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro (s) causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vítima. Suas manifestações envolvem boatos difamatórios, apelidos, discriminação, furto ou danificação de pertences, perseguições, ameaças, agressões físicas, isolamento, exclusão de uma pessoa ou grupo, intimidação, intolerância e desrespeito. Neste estudo, buscou-se identificar a concepção que os educadores têm sobre o bullying, se conhecem e através de quais meios tomaram conhecimento do problema, se intervêm quando identificam casos de bullying e como se dá tal intervenção. Foi utilizado para coleta dos dados um questionário, aplicado a 107 educadores de 14 escolas particulares de Natal/RN. Os dados receberam tratamento estatístico no programa SPSS e seus resultados foram analisados à luz de um referencial social e histórico. Entre os resultados, encontrou-se que 83% dos educadores entrevistados já ouviram ao menos falar em bullying, sendo que as informações sobre o problema vêm principalmente dos meios de comunicação, como televisão, jornais e revistas. Os educadores afirmaram que os apelidos, xingamentos e agressões físicas são as manifestações de violência mais freqüentes entre os alunos e também as queixas mais comuns quando estes procuram por ajuda. A necessidade de intervenção quando se identifica um caso de bullying foi relatada por 97,03% dos entrevistados, sendo que 73,27% dos educadores já foram inclusive chamados por alunos ou funcionários da escola para remediarem as situações de bullying entre alunos. Sobre as formas de intervenção empregadas, a mais comum foi a conversa e advertência aos alunos envolvidos. Sugere-se a intensificação de estudos relacionados ao assunto e o desenvolvimento de ações e programas antibullying que envolvam a comunidade escolar (educadores, pais, alunos, funcionários), em parceria com segmentos sociais: Conselho Tutelar e demais órgãos ligados à proteção da criança e do adolescente

Autor(es): Samia Dayana Cardoso Jorge -

Prevenção // Governo oferece curso anti-drogas

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), veiculada à Presidência da República, planeja formar 65 mil pessoas na área de tratamento e reinserção social de usuários e dependentes de drogas nos próximos três meses.

Serão ministrados cinco tipos de cursos e investidos mais de R$ 14 milhões no projeto. Podem se inscrever professores, juízes, lideranças religiosas e outros profissionais que atuam no ramo.

Segundo a secretaria adjunta do Senad, Paulina Duarte, a sociedade é mais beneficiada com a formação dos agentes. "Quando damos capacitação a um professor é o aluno quem ganha, quando damos suporte a um profissional do SUS é o paciente daquela rede quem vê os resultados. Isso também acontece quando damos conhecimento a um ator social que pode contribuir para a sociedade no enfrentamento das drogas e do crack".

Os cursos são gratuitos, oferecidos na modalidade de Educação a Distância e têm duração de três meses. Os alunos recebem o material didático em casa, e passam a ter acesso ao ambiente virtual de aprendizagem com acompanhamento de tutores, que também poderão ser acionados por um telefone gratuito. Ao final do curso, os concluintes recebem um certificado de extensão universitária, emitido pela instituição de ensino superior executora do curso. "É preciso desmistificar a questão de drogas no Brasil. Antes de críticas, precisamos dar medidas preventivas à sociedade".

Prevenção às drogas atinge apenas 30 cidades do RN

O poder público no Rio Grande do Norte faz pouco para prevenir o uso de drogas e o único programa voltado para essa finalidade abrange apenas 30 das 167 cidades do estado. A crítica é do deputado estadual Antônio Jácome, presidente da Frente Parlamentar de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Ele se pronunciou sobre o assunto ontem, durante uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa.


Audiência presidida pelo deputado Antônio Jácome (ao centro) debateu tema Foto: Carlos Santos/DN/D.A Press
O projeto ao qual deputado faz referência é o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), coordenado pela Polícia Militar e aplicado em escolas

públicas e privadas do estado, sendo atualmente desenvolvido em 30 municípios potiguares. "Não basta ter uma coordenadoria ou um conselho, é preciso ter uma política de Estado, com orçamento e recursos destinados para isso", afirma Jácome. "Quando alcançarmos todas as cidades, aí sim poderemos dizer que alguma coisa está sendo feita. Caso contrário, a imprensa vai continuar pautando todos os dias crimes etragédias que poderiam ser evitados se houvesse uma prevenção rotineira nas escolas e na sociedade", analisa o parlamentar.

Na ocasião da audiência, foram empossados os 13 titulares e 13 suplentes do Conselho Estadual de Entorpecentes e foi entregue a Comenda do Mérito da Secretaria Nacional de Políticas Contra as Drogas. O deputado propôs uma cruzada suprapartidária para conjugação de esforços do poder público municipal, estadual e federal, além da sociedade civil. Ele explica que, nas três esferas, os recursos são escassos, o que tem feito surgir poucos programas.

Para o presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes, o jovem e o adolescente estão à mercê de uma combinação terrível: o fácil acesso ao crack e o baixo preço dessa droga. Ele ressalta também que a porta de entrada da droga é sobretudo a ociosidade e que os futuros consumidores começam consumindo drogas "leves", como álcool e cigarro. Para combater o problema, ele defende uma política de fortalecimento às atividades esportivas na escola. "O jovem só entra na droga quando não se tem uma alternativa de ocupação de tempo e lazer", destacou ele, defendendo ainda que o debate chegue à sala de aula do ensino fundamental.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Pesquisadores acham que estresse causado por bullying altera a química cerebral

Que o bullying provoca mudanças de comportamento em crianças e adolescentes, tornando-os mais retraídos, ansiosos e socialmente isolados, entre outros sintomas, já se sabia. Agora, um novo estudo acha pistas importantes de como essa forma de violência causa danos no cérebro. Uma equipe da Universidade Rockefeller, nos Estados Unidos, analisou o comportamento e a anatomia de camundongos submetidos a uma situação de estresse social crônico, semelhante à pressão sofrida por alunos perseguidos sistematicamente e durante um longo período por colegas. A descoberta foi que o abuso modifica a química cerebral, principalmente em regiões fundamentais para o processamento das emoções.

Principal autor do estudo, publicado recentemente na revista especializada Psychology and behavior, Yoav Litvin explica que as conclusões podem lançar luz sobre os efeitos do bullying e de outras formas de estresse social nas pessoas. Isso porque as regiões cerebrais, nas quais os cientistas focaram estão presentes em todos os mamíferos, dos pequenos roedores aos homens.

Para realizar o experimento, a equipe de Litvin criou em laboratório uma espécie de jardim de infância, para o qual nenhum camundongo gostaria de ser mandado. Presa em uma gaiola de vidro, a cobaia era obrigada a conviver por 10 dias com animais mais velhos e maiores que ela – um rato diferente por dia. Como são territorialistas, assim que se viam dividindo o mesmo espaço os camundongos tendiam a se enfrentar, e a cobaia, em desvantagem, perdia a disputa invariavelmente.

Os pesquisadores permitiam que as brigas diárias durassem apenas 10 minutos. Depois desse tempo eles isolavam o camundongo maior em um cubículo de vidro, ainda dentro da gaiola. Dessa forma, o animal menor ainda podia ver, ouvir e sentir o cheiro do agressor, situação estressante para ele. Depois de viver sob esse tipo de pressão por 10 dias, a cobaia ganhava um dia de descanso e era levada então a uma outra jaula, onde passava a conviver com animais do mesmo tamanho ao seu.

Todos os animais que haviam passado pelo trauma do bullying apresentavam mudanças de comportamento nessa fase do experimento. “Descobrimos que, depois de passar dias sentindo-se derrotados e subjugados por outros animais, os camundongos ficaram relutantes em se aproximar de outros animais de sua espécie”, descreve Litvin em entrevista ao Estado de Minas, por e-mail.

Hormônio Identificada a mudança comportamental, os pesquisadores partiram para uma análise do cérebro dos camundongos traumatizados. Primeiro, eles notaram que uma droga que inibia a ação de um hormônio chamado vasopressina era capaz de reduzir a ansiedade das cobaias. Depois, a equipe examinou os cérebros dos animais e notou que eles estavam mais sensíveis à ação do hormônio, que no ser humano está associado à agressão, ao estresse e a distúrbios de ansiedade. O aumento dos receptores de vasopressina foi notado especialmente na amígdala, área que pode ser descrita como o centro emocional do cérebro.

Para Litvin, essas mudanças no sistema cerebral podem ser a base da alteração comportamental surgida a partir de situações de estresse social crônico. “Os roedores estressados apresentaram mudanças na ativação de neurônios que estão relacionados com o controle da ansiedade e com a socialização. Essas mudanças podem ser a base de alguns dos efeitos comportamentais que surgem em situações como o bullying”, afirma.

O especialista acredita que o estudo pode ajudar a compreender melhor os efeitos de traumas surgidos pelo convívio social e levar ao desenvolvimento de tratamentos ou maneiras de prevenir as consequências do estresse crônico em humanos. Ele ressalta, no entanto, que outros estudos precisam ser feitos antes de se afirmar que os danos observados nos cérebros dos camundongos se repetem nas pessoas. Também não se sabe se essas alterações – mesmo nos ratos – são permanentes ou se o cérebro volta ao normal depois de um período longo distante da fonte de estresse. “É importante lembrar que os cérebros de camundongos e humanos são muito diferentes”, frisa.

Mas os indícios apontados pela pesquisa norte-americana não surpreendem a médica psiquiatra e especialista em bullying Ana Beatriz Barbosa Silva. “Qualquer estresse leva a mudanças de comportamento e promovem a liberação de uma série de substâncias químicas”, diz a autora do livro Bullying: mentes perigosas nas escolas (Objetiva). No caso do bullying, ela ressalta que a situação tende a ser mais grave porque o estresse pode se prolongar, tornando-se crônico. “Como a criança normalmente não conta a ninguém o que está sofrendo, a situação pode seguir por um ou dois anos. A amígdala cerebral fica mesmo hiperfuncionante e passa a sinalizar perigos que às vezes não existem”, completa.

Bullying já afeta 84,5% dos estudantes no Rio. Mais de 40% já foram vítimas‏

RIO - Uma pesquisa sobre bullying nas escolas do Rio revela que a grande maioria dos alunos - 84,5% dos entrevistados - já foi vítima (40,4%) ou conhece alguém que sofreu agressões físicas ou psicológicas no colégio (44,1%). O levantamento, feito pelo Instituto Informa, mostra que o problema é mais grave nas unidades municipais. O percentual chega a 90,2% na rede municipal, contra 82,8% nos colégios particulares, e 72,7% nos estaduais. Atos de intimidação e violência ocorrem, principalmente, no ensino fundamental. Por isso a menor incidência na rede estadual, que tem foco no ensino médio, mostra reportagem de Ludmilla Lima, publicada pelo GLOBO nesta segunda-feira.

Conforme O GLOBO revelou, domingo, as escolas ignoram uma lei estadual que obriga instituições de ensino a comunicar os casos de agressão entre alunos à polícia ou aos conselhos tutelares.

O bullying foi usado como justificativa pelo autor do massacre de Realengo. Welington Menezes de Oliveira, que tinha problemas mentais, matou 12 estudantes da Escola Municipal Tasso da Silveira, no último dia 7 de abril.

Durante a pesquisa, o instituto entrevistou 830 estudantes de 10 e 16 anos. Do total, 40,4% confirmaram já ter sido vítimas de bullying, e 44,1% disseram conhecer pessoas que foram alvo de perseguição. Uma das constatações mais preocupantes da pesquisa revela que 93,1% dessas pessoas disseram que não houve qualquer tipo assistência psicológica às vítimas.

De acordo com a consulta, o problema mais comum são os apelidos pejorativos, que representam 42,7% dos casos. Deboches coletivos (18,8%) e ofensas pessoais (13,7%) vêm em seguida. Das vítimas, 57,9% não reagiram às agressões, e 19,4,2% pensaram em vingança. E 71% das pessoas que foram alvo conseguiram superar o trauma.

As chances de agressão física são maiores nas escolas municipais: 46%. Nas estaduais, o índice é de 40%, e nas particulares, de 33,9%.

Diretor do instituto, o sociólogo Fábio Gomes explica que a pesquisa revelou diferenças entre as vítimas de bullying não somente em relação às escolas onde estudam, mas também por idade e sexo.

- No caso das meninas, constatamos que a agressão mais presente é a verbal. Entre os meninos, é a física - compara o sociólogo.

Dos 492 alunos de 10 a 14 anos que participaram da pesquisa, 88,4% confessaram sofrer agressões ou ter colegas que passaram pela situação. Na faixa etária de 15 e 16 anos, o percentual é de 78,1%.

Os números mais alarmantes da rede municipal podem ser resultado de outra constatação: nessas escolas, os alunos denunciam mais. Apenas 29,8% dos estudantes da rede municipal entrevistados pela pesquisa afirmaram não ter comunicado o bullying à direção da escola. Esse percentual é de 58,7% nas escolas estaduais, e de 46,7% nas particulares.

Já as punições são mais frequentes nas instituições particulares: em 41,3% dos casos, o agressor sofreu penalidade. Nas unidades do município, só houve castigo para os agressores em 28,9% das situações. Na rede estadual, em 21,9%.

O índice alto de alunos que se dizem vítimas pode estar associado ao nível de conhecimento sobre o problema. Do total de crianças e adolescentes abordados pelo Instituto Informa, 61,6% responderam ter recebido informações nas escolas sobre o bullying.

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bullying leva adolescentes a procurar cirurgia de redução de estômago

O bullying, que é a violência física ou moral no ambiente escolar, está levando adolescentes obesos a passar pela cirurgia de redução de estômago. A atitude tem deixado os médicos preocupados. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica revela que em 2009 foram realizadas 1,5 mil operações para reduzir o estômago em pacientes com menos de 20 anos. Foram quatro cirurgias por dia.

As “brincadeiras” destroem a autoestima. Foi assim com a filha da comerciante Magali Andrade. Ela conta que a menina sofria preconceito. “Não tinha muitos amigos, era excluída. Não se sentia bem em lugar nenhum”, conta.

A cirurgia de redução de estômago só é recomendada para quem já passou dos 16 anos e está com índice de massa corpórea (IMC) acima de 35. É o caso, por exemplo, de uma pessoa que tem 1,70m de altura e pesa 100 quilos. Para calcular o IMC é preciso dividir o peso pela altura duas vezes.

Mas alguns jovens não conseguem esperar. De acordo com o cirurgião bariátrico Roberto Rizzi, às vezes, com 80 kg, 90 kg, os pacientes vão ao consultório em busca de cirurgia aos 13, 14 anos. O motivo é o bullying.

“A nossa orientação básica em primeiro lugar é esperar o adolescente crescer o máximo possível. Muitas vezes, um paciente obeso com 13 anos, com 17 anos, dá aquela crescida rápida e se torna um jovem alto e magro”, observa Rizzi.

A bancária Thaís Moreira, de 26 anos, lembra com tristeza da adolescência. “Eu gostava de um menino com 12 anos e ele falou pra mim: ‘Se você emagrecer, eu namoro com você’. Aí, eu engordei mais ainda”, relembra.

Há um mês, Thaís fez a cirurgia e, hoje, comemora uma nova fase na vida. “Eu já emagreci 12 kg. A autoestima está lá em cima. Estou muito feliz”, revela.

Os médicos, no entanto, ressaltam que, para fazer a operação, o paciente já tem que ter tentado emagrecer.

Câmara discute prática do bullying nas escolas de Natal

Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

A prática do Bullying nas escolas municipais foi tema de uma audiência pública realizada nesta sexta-feira (08) na Câmara Municipal de Natal, por proposição da vereadora Sargento Regina (PDT). Na ocasião estavam presentes líderes de movimentos sociais e representantes do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE/RN), da Secretaria Municipal de Trabalho e assistência Social (SEMTAS) e das secretarias estadual e municipal de Educação.

Bullying é toda de agressão física ou verbal, feita de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um colega de turma, e ainda pode ser entendido como ameaça, intimidação e opressão. O termo bullying tem origem na língua inglesa “bully”, que significa valente. A iniciativa representa a continuidade de uma audiência realizada em março com o mesmo tema.

A vereadora Sargento Regina explicou que a intenção é aprofundar mais o debate sobre o assunto e desenvolver ações concretas no combate o problema. “Bullying é a materialização do preconceito e infelizmente a sociedade acaba produzindo monstros através da discriminação e da exclusão social”, destacou a vereadora.

Durante a audiência, o representante da Secretaria Estadual de Educação e Cultura (SEEC) João Maria Mendonça de Moura, fez uma breve exposição sobre o tema. “Vivemos numa sociedade onde os valores morais e éticos estão perdendo para os valores materiais. A escola representa o espaço para se trabalhar uma cultura de paz que possa ser assimilada pela juventude”, analisou Moura. Ele ressaltou que é preciso realizar pesquisas sobre o bullying nas escolas públicas e privadas para que o problema possa ser enfrentado com embasamento teórico.

O representante da Secretaria Municipal de Educação, José Carlos Alves, informou sobre os projetos educacionais desenvolvidos pela prefeitura de Natal. “Temos o projeto Justiça Escola que trabalha valores entre os alunos. Esta iniciativa se baseia em seis pilares: zelo, senso de justiça, cidadania, respeito, responsabilidade e sinceridade. Acredito que quando esses valores são promovidos o bullying começa a perder espaço no ambiente escolar”, afirmou.

Também participaram da audiência os vereadores Raniere Barbosa (PRB), Júlia Arruda (PSB), Rejane Ferreira (PMDB), Dinarte Torres (PV) e Adão Eridan (PR).

quinta-feira, 31 de março de 2011

CAPACITAÇÃO MAIO

O NEEP está providenciando uma capacitação para os diretores e técnicos das direds (nível médio), gestores e técnico pedagógico das escolas de nível médio com a autora do livro - GUIA PRÁTICO SOBRE DROGAS, MÁRCIA DETONI para o mês de maio, data prevista 03 e 04, em Natal. Logo entraremos em contato com cada dired.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

GUIA PRÁTICO SOBRE DROGAS

A SEEC está distribuindo com as escolas de nível médio do Estado do RN o Guia Prático sobre Drogas (conhecimento, prevenção, tratamento) de Márcia detoni da Editora Rideel, acompanha CD. O Livro teve o parecer da equipe do NEEP e CODESE. O NEEP começa o estudo para auxiliar as equipes pedagógicas das escolas para o trabalho com os alunos. Sugira e participe!!!!

INÍCIO DO ANO LETIVO

Na primeira semana de aulas, na rede estadual de ensino, o NEEP esteve presente na Escola Walfredo Gurgel, bairro de Candelária, ministrando palestras sobre Cultura da paz, Prevenção às drogas e Bullying ( Professor Vanduí Guedes, Professor João Maria e Professor Eugênio Oliveira) para alunos dos primeiros e segundos anos do Nível Médio. O ano letivo de 2011 começa com muito trabalho, palestras e reuniões na SEEC.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO

Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas.
É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca.
É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações.
É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.

Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.

O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração.
Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.

Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz.
Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes.

Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.
Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.
Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!

SEEC/NATAL/SEEC/CURITIBA

visita a TV Paulo Freire/Curitiba

Chegada/Curitiba/intercâmbio


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Bons frutos

Amigos, a viagem de intercâmbio a cidade de Curitiba foi um sucesso. Com certeza, foi de rico aprendizado. Trouxemos um bom material para socializar com os nossos amigos educadores e construir um bom trabalho para o enfrentamento a violência nas nossas escolas.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

VIAGEM - CURITIBA

O NEEP viaja do dia 20 à 25 de setembro para a cidade de Curitiba. Irá visitar a COMISSÃO INTERDEPARTAMENTAL DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA ESCOLAR - CIEVE, A SECRETARIA DE ESTADO DA CRIANÇA E DA JUVENTUDE - SECJ e participará de FÓRUM PERMANENTE DE COMBATE A VIOLÊNCIA ALEXANDRE LIMA MORAES. O Núcleo, através do intercâmbio, tem como objetivo trocar experiências e adquirir novos conhecimentos para o enfrentamento à violência escolar no Estado do Rio Grande do Norte.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Principais ações realizadas

4) Palestras do NEEP em parceria com a Ouvidoria de Polícia e Subsecretaria da Juventude nos interiores do Estado com o objetivo de fazer a intervenção política no enfretamento à problemática das drogas e da violência no contexto escolar.


Principais ações realizadas


3) Curso de Capacitação – DESVENDANDO OS FENÔMENOS DA VIOLÊNCIA E DAS DROGAS NAS ESCOLAS POR UMA CULTURA DE PAZ – 01 e 02 de Junho de 2010
Palestrantes:
José Evangelista de Lima- Professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e membro do Conselho Estadual de Promoção da Paz nas Escolas.
Ministrantes: João Maria Mendonça – Coordenador do Núcleo de Educação para a Paz e Presidente do Conselho Estadual de Promoção da Paz nas Escolas
Vanduí Guedes da Silva – Membro do Núcleo Estadual de Educação para a Paz e Secretário Executivo do Conselho Estadual de Promoção da Paz nas Escolas.
Eugênio Oliveira – Membro do Núcleo Estadual de Educação para Paz.
Yara Maria de Nassau – Membro do Núcleo Estadual de Educação para a Paz.
Lúcia Alves - Membro do Núcleo Estadual de Educação para a Paz.
Fátima Franco Travassos - Membro do Núcleo Estadual de Educação para a Paz.

Principais ações realizadas

2) I SEMINÁRIO DE SENSIBILIZAÇÃO PARA OS EDUCADORES NA PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA – 14 e 15 de Abril de 2010 – Auditório Angélica Moura
Palestrantes: Professor João Dantas Pereira (UFRN)
Promotor do Ministério Público: Raimundo Silvio Dantas Filho
Patrícia Carla Melo de Medeiros – Presidente da Rede Estadual de Combate a violência do RN

Principais ações realizadas


1) I SEMINÁRIO SOBRE O PAPEL DA EDUCAÇÃO NA CULTURA DA PAZ – 08 DE Outubro de 2009 – Auditório Angélica Moura
Palestrantes: Professor João Dantas Pereira (UFRN)
Professor Heráclito Noé Ferreira (UNP)
Deputado Fernando Mineiro (Assembléia Legislativa/RN)
Professor João Maria Mendonça de Moura (Técnico SUEF/SEEC)